Entre sorrisos plasitficados, histórias recebendo pinceladas poéticas, se expõe um corpo sem vida, lembranças mortas que serão enterradas.É vergonhoso, esse fingir que a morte só leva os outros... Nada inteligente.
Não é preciso premunição, vidência e outras coisas absurdas para enxergar a proximidade e a importância da morte.
Ela anda espreitando, acenando a cada segundo, mostrando que o cronômetro foi acionando há algum tempo.
Encará-la de frente, sem desviar os olhos, sem temer sua tacada final, não tem nada de medonho.
Esse é um momento glorioso, quando todos os amigos, inimigos e até desconhecidos, deixam a rotina diária, e se colocam diante do corpo inerte, mostrando certo respeito ao defunto da vez.
A morte coroa com flores todas as tristezas, ilusões e desejos, congelando a tempo, o fim merecido, e enterrando de vez, todas as meias verdades.
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