quarta-feira, 2 de junho de 2010

Criador e criatura.


Os católicos acreditam em imagens, fabricam seus santos, criam milagres, com isso dão boa vida para algumas " nossas" senhoras e senhores.
Já os evangélicos, afirmam que somente eles terão lugar no céu,é sua religião que salvará homens do "mundo", até prometem transferir cotas do paraíso, e blá... blá..blá.
Budistas se dizem zen, desAPEGADOS, e por isso estão sempre alcançando o nirvana, the doors, the beatles e outros, utilizando o grande veículo (mahaiana? Não, o dinheiro doado por seus discípulos, isso sim).
Crendices preceitos, tudo isso não passa de cabresto.
Não importa a religião, seguidores adestrados continuam formando legiões em nome de um livro "sagrado", escondendo-se atrás de montanhas de lixo humanas e caminhando sem luz numa cegueira divina.
Ser maior, vida após a morte, karma, paraíso,santos, budas, deuses, tudo isso não passa de embuste.
Somos nós o CRIADOR, o resto são criaturas.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ru...minando

Pouco importa as vontades alheias, as verdades de outros, e essa avalanche de opiniões formadas.
O que indica meu caminho na vida meu trajeto que certo ou errado, curto ou não, são minhas próprias verdades, elas é que fazem o meu mundo e minha caminhada um pouco mais suportável nesse brejo.
Tenho meu reservatório secreto para sapo gordo e indigesto, engulo qualquer coisa, reservo, e mesmo tendo um limite, até que o tal reservatório comporta um grande número desses "bichinhos", pelo menos até que eu possa vomitar tudo em uma latrina larga e funda, e nesse vômito tiro das minhas entranhas esses bichinhos gosmentos, gelados, que é parte do lodo humano que me é imposto.
 De tempos em tempos quando não suporto mais as náuseas, faço boas "lavagens estomacais" secretamente, me livro dos indigestos bichinhos, e volto ao brejo.
Esse é meu segredo para não chocar "homenzinhos insignificantes", evitar que a vaca vá para o brejo de vez e continuar vivendo quase em paz com o tal do ser humano.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Aqui jazz

Entre sorrisos plasitficados, histórias recebendo pinceladas poéticas, se expõe um corpo sem vida, lembranças mortas que serão enterradas.
É vergonhoso, esse fingir que a morte só leva os outros... Nada inteligente.
Não é preciso premunição, vidência e outras coisas absurdas para enxergar a proximidade e a importância da morte.
Ela anda espreitando, acenando a cada segundo, mostrando que o cronômetro foi acionando há algum tempo.
Encará-la de frente, sem desviar os olhos, sem temer sua tacada final, não tem nada de medonho.
Esse é um momento glorioso, quando todos os amigos, inimigos e até desconhecidos, deixam a rotina diária, e se colocam diante do corpo inerte, mostrando certo respeito ao defunto da vez.
A morte coroa com flores todas as tristezas, ilusões e desejos, congelando a tempo, o fim merecido, e enterrando de vez, todas as meias verdades.